Unidades de Conservação
2.741 UCs ativas (federais, estaduais e municipais) do CNUC 2024.02.
PúblicoGAIA reúne em um único atlas público as terras indígenas, os territórios quilombolas, os assentamentos, as unidades de conservação, as bacias, as nascentes e as espécies ameaçadas do Brasil — alimentado por dados oficiais e por contribuições das próprias comunidades.
Quem precisa proteger um território — uma comunidade tradicional, um pesquisador, um gestor público, um proprietário rural que quer regularizar sua reserva legal — hoje precisa cruzar dezenas de bases de dados desconectadas. Quem quer destruir esse território, em geral, não tem essa dificuldade. GAIA inverte essa assimetria: dá às pessoas que cuidam o mesmo poder de mapa que sempre teve quem destrói.
Cada camada é independente, com fonte rastreável até a base original e tier de sensibilidade declarado.
2.741 UCs ativas (federais, estaduais e municipais) do CNUC 2024.02.
Público655 TIs do GeoServer FUNAI em diferentes estágios de regularização.
Público94 territórios do Semi-Árido (INSA/INCRA). Cobertura nacional pendente.
PúblicoRios, riachos e nascentes. Dado sensível por padrão — política dedicada.
Agregado25 espécies-bandeira coloridas pela categoria IUCN. 15 com polígono oficial.
AgregadoColeção mais recente do MapBiomas, integração em curso.
PúblicoGAIA assume um trade-off honesto: dado público protege e expõe ao mesmo tempo. Por isso toda camada tem um tier de sensibilidade — público, agregado ou restrito — e a política que define essas categorias é ela mesma um documento aberto, criticado pela comunidade, filtrado por um agente de IA e revisado mensalmente por um comitê de pessoas-referência.
Pesquisadores, comunidades, ONGs e proprietários rurais poderão contribuir com dados primários nas próximas fases. Por enquanto, o convite é para auditar, criticar e sugerir melhorias no código e na política.