Um mapa vivo da conservação
e restauração brasileira.

GAIA reúne em um único atlas público as terras indígenas, os territórios quilombolas, os assentamentos, as unidades de conservação, as bacias, as nascentes e as espécies ameaçadas do Brasil — alimentado por dados oficiais, por pesquisas e por contribuições das próprias comunidades. Open source, gratuito, LGPD by design.

Por que o GAIA existe

Quem precisa proteger um território — uma comunidade tradicional, um pesquisador, um gestor público, um proprietário rural que quer regularizar sua reserva legal — hoje precisa cruzar dezenas de bases de dados desconectadas. Quem quer destruir esse território, em geral, não tem essa dificuldade. GAIA inverte essa assimetria: dá às pessoas que cuidam o mesmo poder de mapa que sempre teve quem destrói.

Camadas do MVP

Sete camadas iniciais, alimentadas por fontes oficiais e enriquecidas por contribuições colaborativas com curadoria por IA e por especialistas humanos.

🌳
Unidades de Conservação
Federais e estaduais, vindas do CNUC e do ICMBio.
Público
🪶
Terras Indígenas
Em diferentes estágios — declaradas, homologadas, regularizadas.
Público
✊🏿
Territórios Quilombolas
Reconhecidos por INCRA, Palmares e CONAC.
Público
💧
Nascentes
Rios, riachos e nascentes de água. Dado sensível por padrão.
Agregado
🦋
Espécies Ameaçadas
Fauna e flora — IUCN Red List + lista oficial ICMBio.
Agregado
🌎
Cobertura e uso da terra
Coleção mais recente do MapBiomas para o Brasil.
Público

Como decidimos o que é público

GAIA assume um trade-off honesto: dado público protege e expõe ao mesmo tempo. Por isso toda camada tem um tier de sensibilidade — público, agregado ou restrito — e a política que define essas categorias é ela mesma um documento aberto, criticado pela comunidade, filtrado por um agente de IA e revisado mensalmente por um comitê de pessoas-referência.

Ler o manifesto Política de dados sensíveis

Como contribuir

Pesquisadores, comunidades, ONGs e proprietários rurais poderão contribuir com dados primários. A primeira fase está focada em consolidar dados oficiais e abrir o código. A trilha de contribuição colaborativa entra em produção na segunda fase.

Ver no GitHub →