Um mapa vivo da conservação
e restauração brasileira.
GAIA reúne em um único atlas público as terras indígenas, os territórios quilombolas, os assentamentos, as unidades de conservação, as bacias, as nascentes e as espécies ameaçadas do Brasil — alimentado por dados oficiais, por pesquisas e por contribuições das próprias comunidades. Open source, gratuito, LGPD by design.
Por que o GAIA existe
Quem precisa proteger um território — uma comunidade tradicional, um pesquisador, um gestor público, um proprietário rural que quer regularizar sua reserva legal — hoje precisa cruzar dezenas de bases de dados desconectadas. Quem quer destruir esse território, em geral, não tem essa dificuldade. GAIA inverte essa assimetria: dá às pessoas que cuidam o mesmo poder de mapa que sempre teve quem destrói.
Camadas do MVP
Sete camadas iniciais, alimentadas por fontes oficiais e enriquecidas por contribuições colaborativas com curadoria por IA e por especialistas humanos.
Como decidimos o que é público
GAIA assume um trade-off honesto: dado público protege e expõe ao mesmo tempo. Por isso toda camada tem um tier de sensibilidade — público, agregado ou restrito — e a política que define essas categorias é ela mesma um documento aberto, criticado pela comunidade, filtrado por um agente de IA e revisado mensalmente por um comitê de pessoas-referência.
Como contribuir
Pesquisadores, comunidades, ONGs e proprietários rurais poderão contribuir com dados primários. A primeira fase está focada em consolidar dados oficiais e abrir o código. A trilha de contribuição colaborativa entra em produção na segunda fase.
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